Jardins

Jardins

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Curiosidades

Achei essa descrição de pós e contra em ralação ao vários tipos de gramados e achei superinteressante e resolvi compartilha aqui no blogger a fonte é GloboEsporte.com Espero que gostem!

GRAMADOS

Um belo jardim dá um ar especial a uma residência, pois o verde não só emoldura árvores e flores, mas também oferece um cenário convidativo para descansar, relaxar ou simplesmente contemplar, em uma imensidão esmeralda a perder de vista.

TIPOS DE GRAMA:
•Batatais ou Forquilha
•Curitibana ou São Carlos
•Esmeralda
•Santo Agostinho

FORMAS DE PLANTIO:•A partir de pequenas plaquetas de aproximadamente 20 X 20 cm;
•Através de placas ou tapetes com tamanhos de 30 a 50 cm, podendo ser tiras de comprimento variado;
•A partir de filetes de mudas decorrentes de divisão de plantas adultas e touceiras;
•Por sementes.

Cuidados especiais para suculentas

Propagação: Propaga-se por estaca
Plantio: Poderão ser plantadas em vasos plásticos ou cerâmicos, desde que tenham boa drenagem. A composição da terra é de 1 parte de terra vegetal e duas de areia grossa ou partes iguais de terra vermelha, húmus, areia grossa e carvão mineral moído.São muito resistentes. Claridade e rega: Sol. Muito sol, ou no mínimo quatro horas diárias de sol para manter-se bonita. Devem ser regadas com água 1 vez por semana ou mais espaçado. A terra deve ser de fácil drenagem e não permita água acumulada em pratinhos, pois o excesso pode matá-las. Florada: A maioria das suculentas floresce. Aguarde com paciência e se surpreenderá. As flores individuais ou em penca, são lindas.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

SUCULENTAS

São plantas originárias da África e das Américas, as quais armazenam grande quantidade de água, por períodos prolongados, podendo viver em lugares áridos. São revestidas de pelos, cera ou espinhos que dificultam a evaporação da água. As suculentas precisam de solos bem drenados, por isso confira se o vaso que receberá a muda tem um canal de saída para a água. Ponha uma camada de argila expandida (cerca de 5 cm de altura) ou de cacos cerâmicos e cubra com manta de drenagem para impedir que a terra feche o orifício. Acrescente uma mistura de areia, terra e adubo orgânico e enterre o torrão da planta. Molhe levemente e regue a cada sete dias.

Propagação vegetal ou Reprodução do cactos por estaquia

Se não temos paciência de semear e esperar, poderemos fazer mudas vegetativas dos cactos, ou seja, estaquia de pedaços da planta matriz ou aproveitamento de filhotes que surgem junto a ela. Quando cortar uma estaca ou retirar um rebento, é necessário que o tecido cicatrize antes de colocá-lo no substrato de cultivo. Deixe em bandejas à sombra, em local protegido, até a formação de tecido onde não se verão a umidade do corte. Uma vez seca a ferida, coloque a estaca no substrato, não enterrando mais do que 4 cm, isto para as estacas grandes. O substrato poderá ser casca de arroz carbonizada, areia ou pó de coco, mantidos levemente úmidos. Quanto maior a estaca for, menor umidade irá precisar, pois tem reservas nos tecidos.

terça-feira, 26 de abril de 2011

CACTOS


Os cactos desenvolvem-se em geral em solos arenosos, pedregosos e secos. Para a reprodução de seu solo de origem deveremos usar substratos que não retenham água, como areia, cascalho, cascas de árvores decompostas e composto orgânico de folhagens junto com o solo mineral comum de cultivo. Apreciam solo de pH mais alto do que a maioria das plantas ornamentais necessitam, em torno de 6 a 6,5, então devemos evitar a colocação de turfa, cujo pH é de 3-3,5, preferindo húmus de minhoca que tem pH em torno de 7,0.
As raízes dos cactos são superficiais e muito numerosas, mas o preparo do solo em profundidade de mais de 15 cm é necessário, para garantir uma boa drenagem de águas de chuva ou regas.

Passo a passo para Replantio e Cultivo.

Passo 1:
O ideal de muda para replantio, é que tenha pelo menos 4 pseudobulbos,pois assim sendo, é possivel com um ano a primeira flor surgir.Para cortar o rizoma utilize uma ferramenta esterizada no fogo. Eliminando as raizes mortas.

Passo2:
Remova as bainhas e espatas secas. Limpando as partes maiores da planta como uma esponja macia.

Passo3:
Com sabão neutro e uma esponja macia, lavamos as partes mais sensiveis, como raizes etc. Usando água corrente. Na escolha do vaso, dê preferência aos de cerâmica, que devem ter vários furos para drenagem.

Passo4:
O tamanho do vaso é muito importante. O ideal é que a parte trazeira da planta fique encostada na borda interna do vaso e sobre uns 5 cm na frente. Preenchemos 1/3 do vaso com cacos de cerâmica, para facilitar a drenagem

Passo5:
O xaxim desfilbrado é um excelente substrato, porém infelizmente está praticamente extinto, mas pode-se utilizar casca de pinus, fibra de coco, dentre outros. Colocamos no vaso uma camada de aproximadamente 2 cm. Colocamos um pequeno tuxo de xaxim debaixo da raizes.

Passo6:
Completamos o vaso com xaxim até 1 cm abaixo da borda do vaso. Para fixar melhor a planta ao vaso, podemos amarra-la levemente com barbante, não esqueça de colocar plaqueta de identificação com o nome da espécie.

Bom cultivo!

ORQUIDEAS


Materiais necessários para cuidar de suas orquídeas

1. Tesoura de poda para cortar as raízes mortas. É uma tesoura com lâminas finas, não é o podão de jardim.
2. Etiquetas de identificação, de PVC, adquiridas em lojas que vendem materiais para jardim ou agropecuárias.
3. Estacas para sustentar sua muda, que poderá ser de arame ou bambu cortado.
4. Cordão de algodão ou arame fino revestido de plástico, que podem ser adquiridos em lojas de embalagens.
5. Isqueiro à gás. Parece estranho, mas com a chama você irá esterilizar as lâminas da tesoura, evitando contaminar uma planta com outra que poderá estar doente sem sintomas aparentes. Para grandes cultivos é usado um pequeno maçarico na bancada de trabalho.
6. Regador, aspersor.

Algumas regras para o plantio correto das Bromélias

1. Não enterre demais as bromélias, mantenha a base das folhas acima do solo.
2. Não use um vaso muito grande, pois há perigo de umidade excessiva nas raízes.
3. Não permita que a planta fique “balançando”, fixe-a bem, pois isto poderá danificar o tenro desenvolvimento das novas raízes. Estaqueie a planta se necessário, até que as raízes estejam bem desenvolvidas.
4. Coloque sempre uma boa camada de cacos de telha ou pedriscos no vaso, que deve ser sempre furado nas laterais ou no fundo

Dica: Sabe-se que a bromélia recebeu sol demais quando as folhas começam a amarelar, o verde fica mais claro, podendo, em casos graves, ficar ressecadas e queimadas.

BROMÉLIAS


As bromélias são plantas típicas de florestas tropicais. A família das bromeliáceas tem mais de 2.800 espécies e flores de cores variadas, como vermelho, rosa, laranja, amarelo e branco. As bromélias espinhentas, rígidas e de folhas estreitas, folhas cinzentas, avermelhadas ou com centro avermelhado apreciam mais luz, algumas podem receber sol direto pela manhã ou fim da tarde. As de folhas macias, verdes, apreciam locais à meia sombra. A luz das 13 até às 16 horas, principalmente no verão pode quase paralisar o crescimento da planta.

Temperaturas elevadas não são problema para as bromélias, acostumadas a climas quentes no seu habitat. Temperaturas baixas no inverno, como ocorre nos estados do sul do país podem propiciar problemas para as plantas, principalmente em jardins, já que nas produções o cultivo é feito em estufas. A temperatura de inverno mais baixa a suportar fica em torno de 12 a 15ºC.

O local de cultivo em jardim tem mais ar circulante, mas em estufas e viveiros devemos colocar a orientação do mesmo de modo que os ventos da região, para que haja o arejamento do espaço interno para evitar doenças fúngicas. As pragas mais comuns às bromélias também são as mesmas das outras plantas ornamentais, como cochonilhas, pulgões, aranha vermelha, lesmas e lagartas. A aplicação de sulfato de nicotina ou óleo de nim é uma solução ecológica e eficiente.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

GRAMADOS

Um belo jardim dá um ar especial a uma residência, pois o verde não só emoldura árvores e flores, mas também oferece um cenário convidativo para descansar, relaxar ou simplesmente contemplar, em uma imensidão esmeralda a perder de vista.

TIPOS DE GRAMA:
•Batatais ou Forquilha
•Curitibana ou São Carlos
•Esmeralda
•Santo Agostinho

FORMAS DE PLANTIO:•A partir de pequenas plaquetas de aproximadamente 20 X 20 cm;
•Através de placas ou tapetes com tamanhos de 30 a 50 cm, podendo ser tiras de comprimento variado;
•A partir de filetes de mudas decorrentes de divisão de plantas adultas e touceiras;
•Por sementes.

PLANTAS DE SOL E DE SOMBRA

A quantidade de luz varia para cada espécie de planta, existindo aquelas que podem se adaptar até mesmo na obscuridade, enquanto outras exigem exposição plena do sol.
A umidade padrão para medição de luz denomina-se “lux”, e tratando-se de jardim interno classificamos as quantidades de luz como:

1. Pleno Sol: Total exposição ao sol
2. Meio sombra: Média exposição ao sol, sem ultrapassar iluminação direta após as 10 h da manhã )
3. Sombra: iluminação natural sem incidência direta de luz solar
4. Obscuridade: Sombra com escassa iluminação natural


Pleno Sol-Açafates (Alissum maritinum)
-Acalifa (Acalypha spp)
-Agave ( Agave )
-Areca Bambu (Chrysalidocarpus lutescens)
-Azálea (Rhododendron simsii)
-Babosa (Aloe spp)
-Bambusa (Phyllostachy aurea)
-Bananeira de jardim (Musa zebrine)
-Bananeira do mato (Heliconia spp)
-Cacto ( Cactus spp)
-Calanchoe (Kalanchoe spp)
-Camarão (Pachystachys lútea)
-Cana da índia (Canna generalis spp)
-Capim palmeira (Curculigo capitulata)
-Capim dos pampas (Cortaderia selloana)
-Coleo (Coleus spp)
-Copo de leite (Zantedeschia aethiopica)
-Dracena (Dracaena spp)
-Ixória (Ixora coccínea)
-Filodentro ( Philodendron spp)
-Gerânio (pelargonium zonale)
-Hera (Hedera helix)
-Hibisco lanterninha (Hibis(cus rosa sinensis)
-Hortência ( Hydrangea macrophylla)
-Lantânia (Livistone chinensis)
-Lírio (Lilium Longiflorum)
-Lágrima de Cristo (Clerodendrum thosonae)
-Magnólia roxa (Magnólia soulangeana)
-Margarida (Crysanthemum leucanthemum)
-Onze horas (Lampranthus spp)
-Palmeira real (Seaphortia elegans)
-Pandanus (Pandanus spp)
-Papiro ( Papaver orientale)
-Periquito (Alternanthera spp)
-Petúnia (Alternanthera spp)
-Ráfia (Rhpais excelsa)
-Romã ( Punica Granatum)
-Scheflera ( Scheflera arborícola)
-Tinhorão (Caladium spp)
-Zínia (Zinnia spp)

Meia Sombra-Amor perfeito (Viola tricolor)
-Antúrio (Anthurium andreanum)
-Azálea (Rhododedron simsii)
-Begônia (Begonia spp)
-Brinco de princesa (Fucsia spp)
-Camélia (Camélia japonica)
-Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia spp)
-Coqueiro de Vênus (Cordilyne termiantis)
-Costela de Adão ( Monstera deliciosa)
-Dinheiro-em-penca (Muelhenbeckia complexa)
-Dólar ( Plectrathus spp)
-Dracena (dracaena spp)
-Espada-de-São Jorge (Sansevieira spp)
-Ixória (Ixora coccínea)
-Fênix (Phoenix Roebelinni)
-Figueira (Fícus spp)
-Gazanha (Gazania ringers)
-Guaimbé (Philodendron imbe)
-Hera (Hedera Helix)
-Hortência (Hydrangea Macrophylla)
-Inhame (Alocacia spp)
-Íris ( Íris spp)
-Jibóia ( Scindapsus aureus)
-Latânia (Livistona Chinensis)
-Lírio do brejo (Hedychim spp)
-Maranta (marantha spp)
-Palmito (Euterpe edulis)
-Petúnia (Hybrida)
-Piléia (Pílea numuurlarifolia)
-Prímula (Prímula spp)
-Ráfia (Rhapis excelsa)
-Róio (Rhoeo spp)
-Samambaia (Nephrolepis spp)
-Violeta (Viola odorata)
-Violeta africana (Saintpaulia spp)
-Xaxim (Dicksonia fibrosa)

Sombra-Aglaonema (Aglaonema spp)
-Ardísia (Ardisia crenata)
-Arvore do paraíso (Polysseia spp)
-Aspargo (Aspargus spp)
-Aspidistra (Elatior)
-Asplenium ( Asplenium nioum)
-Avenca (Aadiantum spp)
-Brinco de princesa (Fuchsia spp)
-Bromélia (Aechmea spp)
-Cisso (Cissus spp)
-Costela de Adão (Monstrera deliciosa)
-Chamadórea (Chamaedorea elegans)
-Clorofito (Chlorophytum comosum)
-Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachi spp)
-Coqueiro de Vênus (Cordilyne terminalis)
-Criptanto (Cryptanthus spp)
-Dracena (Dracaena spp)
-Feto (Blechnum gibbum)
-Figueira (Fícus spp)
-Fitônia (Fittonia spp)
-Filodendro (Philodendron spp)
-Grama preta (Ophiopogon japonicus)
-Hera (hedera helix)
-Hera gigante (X-fastchedra)
-Inhame (Alocasia spp)
-Maranta (Calathea spp)
-Musgo (Sellaginela spp)
-Piperônia (Peperonia spp)
-Piléia (Pileia spp)
-Prímula (Prímula spp)
-Radidofora (Raphidophora decursiva)
-Scheflera (Ascheflera aerboricola)
-Singônio (Syngonium spp)
-Zebrina (Zebrina pendula)

Obscuridade-Aspargo (Asparagus spp)
-Avenca (Adiantum spp)
-Feto (Blechnum gibbum)
-Figueira ( Fícus spp)
-Grafita (Hemigraphis alternata)
-Hera (Hedera helix)
-Hera gigante (X fatschedera)
-Hera real (Rhoicicsus capensis)
-Maranta (Calathea spp)
-Musgo (Selaginella spp)
-Palmeirinha (Howeia forsteriana)
-Samambaia (Nephrolepis spp)
-Palmito (Euterpe edulis)
-Singonio (Singonium spp)
-Xaxim (Dicksonia fibrosa)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

ÉPOCA DA PODA

A poda deve ser feita quando a planta se acha em repouso vegetativo, e isso ocorre no inverno. Nesse período as plantas não estão elaborando seiva ou elaboram muito pouco e a operação poderá ser iniciada ou prolongada até o começo da primavera, quando reincidirá a sua atividade produtiva.
Aqui na Cidade do Rio de Janeiro a poda deve ser feita no período de maio a agosto.
Os ramos finos serão eliminados com a tesoura. O corte deve ser sempre inclinado para favorecer o escoamento da água e evitar a dessecação da ponta do galho. É aconselhável que todo e qualquer aparo seja feito sempre acima de uma gema de broto para assegurar a circulação da seiva na vizinhança e a cicatrização dos tecidos.
Quando se tratar de galhos avantajados e, principalmente, quando o corte é efetuado próximo ao tronco, faz-se primeiramente pela parte de baixo, fazendo os cortes coincidirem. Se não tivermos esse cuidado os galhos poderão lascar. Quando se tratar de galhos maiores ainda é aconselhável corta-lo em 2 vezes; primeiro, a um palmo mais ou menos do corte definitivo, suprindo-se depois o coto restante sem perigo de lascadura. A lascadura é prejudicial ao vegetal porque facilita o apodrecimento e a entrada de lagartas e insetos e a infecção por fungos.

PODAS


Compreendem-se por poda todas as operações que são feitas no vegetal para modificar-lhe o crescimento ou reduzi-lhe o tamanho e vigor. Entre a copa do vegetal e suas raízes há uma relação muito íntima e constante, podendo-se observar isso praticamente, pois qualquer distúrbio que haja nas raízes refletirá ma ramagem. Se as raízes forem poucas ou pequenas, a copa terá também que ter pouco volume.
Em geral, as plantas de folhas perenes (folhas que não caem) não precisam de poda sistemática, por que estão, mesmo no inverno, em permanente atividade vegetativa, embora diminuída, necessitando assim de suas folhas. A poda consiste simplesmente na eliminação de ramos mortos, no desbaste da copa para melhor acesso de luz e na supressão de alguns galhos mal situados.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

ESTACAS E TUTORES


Para a mantença do porte elegante das plantas a colocação de estacas ou tutores é de toda conveniência.
As roseiras, árvores e arbustos ornamentais devem ser mantidos por estacas ou tutores de madeira.
Para amarrar aos tutores não basta envolver as plantas e estacas com um cordão. É preciso operar de modo que a planta fique presa, porém sem roçar no tutor e com folga para desenvolver-se sem estrangulamento dos tecidos do caule. Isso se consegue cruzando p amarrilho entre a planta e o tutor (como um oito deitado).
Convém, entretanto, acentuar que as estacas e tutores devem ser dissimulados, de modo que as plantas apresentem a aparência mais natural possível.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Plantio em vaso 2


Roteiro para envasar
• Coloque no fundo uma camada de cacos de cerâmica, britas ou argila expandida
Plantas comuns – hum quinto da altura do vaso
Cactos e suculentas – hum terço da altura
• Areia lavada de rio ou pó de xaxim
• Pedacinhos de carvão, + ou – 1cm, contribuem para eliminar o excesso de de acidez e impurezas
• Uma camada de mistura
• Planta com o torrão
• Mais terra até atingir a borda do vaso
• Comprimir a terra com a mão ou socador
• Regar até a água sair pelo orifício inferior

Observações
• O solo deve ficar em torno de 2 a 3 cm da borda do vaso
• Caso o vaso for ficar ao ar livre deve-se cobrir a superfície do solo com pedriscos

A drenagem é fator imprescindível para que a água escorra e não se acumule na terra. Além dos furos embaixo do vaso, você poderá utilizar vários materiais para fazer uma boa drenagem, como cacos de cerâmica e manta acrílica.
A drenagem é fundamental para que a planta não fique encharcada e sem vida. Primeiro veja se o vaso possui orifícios adequados para o plantio. Caso contrário, será necessário utilizar uma furadeira para ampliá-los.

Jardim em vaso 1


O plantio em vasos pode melhorar um ambiente sem vida. Os vasos, por possuírem uma diversidade de tamanhos, permitem o plantio e a combinação de diferentes espécies de plantas, que permanecem saudáveis por longos anos, quando bem posicionados e bem cuidados.O tamanho de cada vaso deve condizer com o da planta. Vaso pequeno demais favorece a floração, por dificultar o crescimento das raízes , mas não oferece material suficiente para armazenamento e distribuição de adubo e água. Em vasos grandes demais há o perigo de o solo se alterar nas áreas onde não houver atividade das raízes , o que aumenta o risco de doenças. O vaso ideal deve ser grande o suficiente para o desenvolvimento das raízes em proporção com a parte área da planta, mas não deve conter mais solo além do que as raízes ocupam.

Preparação do vaso
Vasos de barro ou terracota e de cimento
Vaso novo – deixar em imersão 1 ou 2 dias em água limpa e depois secá-lo ao sol
Vaso usado – Colocá-lo em imersão num balde com água e água sanitária e esfregar bem e enxaguar
Vasos de plástico, louça e outros materiais impermeáveis podem ser lavados com água e sabão.

Plantio da planta na terra


Se ainda não preparou o solo para receber as suas plantas, há que o fazer agora! O solo ideal deve ter uma boa camada de matéria orgânica, ou seja, dever ser rico em húmus (uma substância escura composta por folhas secas, plantas e animais mortos), seguido de terra solta e argilosa, que permite uma boa drenagem e oxigenação.
Se o seu solo for arenoso, terá dificuldade em absorver a água e outras substâncias nutritivas, o que implica que terá de ser enriquecido com húmus ou argila. Se for o seu caso, utilize uma mistura equilibrada de terra preta e adubada com 50% de terra argilosa ou de barro. Se, por outro lado, a sua terra for argilosa, vai ter de lhe acrescentar areia do rio, nunca areia de praia. Com recurso a uma pá ou até com as mãos, comece por revirar o solo (cerca de 20 a 30 cm de profundidade), partindo os bocados de terra existentes e retirando raízes, ramos, folhas ou outros objectos enterrados que não pertencem ao seu novo jardim! Se vai incluir um composto ou fertilizante, adicione-o ao topo do solo, criando uma camada de 10 a 12 cm que vai espalhar por toda a área a jardinar com a ajuda de um ancinho. Deixe o solo arrejar e habituar-se à sua nova mistura antes de plantar.
Se vai plantar sementes, é importante cavar pequenas fileiras paralelas umas às outras, mas com um espaço mínimo de 90 cm entre cada fileira. Criar o espaço ideal para um crescimento livre e pouco apertado das suas flores é algo que tem de considerar nesta fase.
Colocadas as sementes, há que cobri-las, mas não acame, nem de mais, nem de menos, a terra à sua volta. Certifique-se apenas que esteja firme e não muito apertada.
Se optou por plantar estacas, remova o recipiente ou embalagem em que se encontra e aconchege-as em pequenas covas escavadas na terra. Certifique-se que o pé esteja ao nível ou ligeiramente abaixo do solo que o rodeia e apoie a planta com terra suficiente para que ela se mantenha firmemente de pé. Haverá casos em que terá de remover folhas ou ramos em excesso, não tenha pena de o fazer porque, desse modo, as raízes terão de suportar menos peso e vão “pegar” mais fácil e mais rapidamente.

Plantas Perenes e Anuais

Na natureza, tudo que tem vida tem seu ciclo: nascimento, desenvolvimento com crescimento, reprodução e morte. Através da forma em que ele se apresenta podemos denominar as plantas como perenes e anuais. As anuais são aquelas que têm o ciclo de vida bem definido: nascem, crescem, florescem e morrem (de um modo geral). Quando este ciclo de vida está compreendido dentro de um ano ou menos teremos as plantas anuais. Esse replantio requer mão de obra, compra de novas mudas, novas adubações,..., e muitas outras coisas que aparecerão conforme as espécies ali requisitadas. Resumindo, um jardim formado por plantas anuais é um jardim que sempre estará mudando, necessitando de investimentos e manutenções regulares.
Plantas perenes são plantas que têm seu ciclo de vida maior que as anuais e por isso sobrevivem no mesmo local por mais tempo. Essas plantas podem apresentar mais de uma floração durante sua vida. A classe que reflete muito bem o nome perene são as árvores, as quais florescem e frutificam muitas vezes antes de morrerem.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

CUIDADOS ESPECIAIS EM JARDINAGEM


As regas constituem o mais importante trato cultural na jardinagem.
Regas durante o dia, no verão devem ser evitadas devido ao calor da água nos reservatórios, encanamento e na própria mangueira de rega por queimarem as plantas com a água muito quente. No inverno, procedem-se de maneira inversa as recomendações para o verão.
Não se deve regar levantando muito e sim procurando manter a água a certa distância do canteiro ou vaso, de modo a não prejudicar a superfície do mesmo. Em geral, faz-se rega á tarde, quando a terra vai perdendo o calor recebido do sol.